quinta-feira, 17 de junho de 2010


e quando não há
um desejo palpável?

somente o abstrato,
a escuridão.

uma confusão
que não diz a que veio.

- muda.


15 deLírios:

poetamatematico disse...

Bonito...

Faz tempo que não venho aqui

Cada dia melhor, Mary

oquemeinferniza disse...

Mesmo falando de algo pesado como a escuridão, seu poema ficou suave.

Beijo
Líria

Aninha disse...

MAry!!!!
Adorei a sua visita lá no meu cantinho!!!!
Saudades enormes de vc!!!!

Estou lendo e amando os seus versos!!!!!
Bjo

Marilia disse...

Eu me vi nesse poema.
Porque não há um desejo palpável.
Nunca.
Só o abstrato e a escuridão.
E a vontade de mudar.

Vanessa disse...

E esse abstrato na escuridão, pode se tornar uma triste ilusão!
Prefiro os deseos palpáveis!

Beijões

Adélia disse...

Ow é tão bom vir aqui... te ler... saudade.

Nomundodalua disse...

não diz a que veio, não vai embora e ainda faz apertar o peito!

ahh, se ela soubesse o caos que deixa..muito bom! :D
namastê qrida! :*

Laís Eva disse...

uma confusão que deixa tudo mudo no ar.

uma confusão que não deixa tudo mudar.

Sylvia Araujo disse...

Eu grito.

Lindíssimo!

Beijoca

A.S. disse...

Mergulhadas na escuridão todas as sensações são mais intensas...

Beijos, Mary...
AL

Tanara disse...

haverá. Verão.

Naná disse...

Muito bom!

:*

J.F. de Souza disse...

só me resta gritar.

remo saraiva disse...

Mary é a poeta que nos devasta de delicadeza. FATO.

Tô de volta às atualizações poéticas, Mary!! Blog de cara e textos novos!

Bjs meus,
REMO.

* Felicidade Clandestina disse...

uma confusão de sentimentos...